Saúde

Atualizado: há 4 dias

“A saúde como direito de todos, e dever do Estado.”

A área da Saúde terá como norte a reorganização do Sistema de Atenção, a busca pela repactuação financeira da produção SUS, a implantação das Linhas de Cuidado, reduzindo a cultura “hospitalocêntrica”, a valorização do profissional de saúde e de setores correlatos, e a luta pela efetiva concretização da Regionalização da Saúde.


Avançar no Programa de Saúde da Família, com número de equipes que garantam atendimento a 100% das famílias que dependem exclusivamente do SUS (Sistema de Saúde da Família) e parceria com a Saúde Suplementar estabelecendo uma sinergia Público-Privado;

  • Ampliar o ACOLHIMENTO NAS UNIDADES DE ATENÇÃO BÁSICA (UBSs/Policlínicas) com extensão do horário de funcionamento, agilização das consultas médicas e com equipe de saúde e funcionamento também aos finais de semana;

  • Otimizar o funcionamento do Hospital dos Estivadores (HES), de atuação terceirizada, que deve ser vocacionado para atendimentos e cirurgias eletivos, de média complexidade e realização de exames diagnósticos, reduzindo a fila de espera e dando maior resolutividade à Rede Ambulatorial;

  • Ampliar, por meio da reorganização do agendamento, PPPs e do HES, a oferta de consultas especializadas, prioritariamente para doenças de maior prevalência que dependem de cardiologista, endocrinologista, ortopedista, oftalmologista, neurologista, cirurgião vascular), para exames diagnósticos e procedimentos terapêuticos com redução drástica das inaceitáveis filas sempre existentes;

  • Reavaliar o regime de concessão do HES priorizando a utilização de mão de obra oriunda do Serviço Público Municipal e Parcerias Públicos Privadas (PPPs) rigorosamente estabelecidas;

  • Reavaliar e fortalecer a estrutura do Hospital Arthur Domingues Pinto (Zona Noroeste) e requalificá-lo particularmente para sua atuação como unidade de urgência e emergência e hospital de retaguarda para internações de menor complexidade e maior permanência;

  • Liderar uma repactuação metropolitana para o atendimento de alta complexidade, com identificação e fortalecimento de hospitais de referência nas diversas cidades da Baixada Santista;

  • Demandar e liderar junto à Secretaria Estadual de Saúde e ao Ministério da Saúde a reavaliação da pactuação financeira entre os diversos módulos municipais em especial na média e alta complexidade, exigindo que cada município cuide, ao menos, da atenção básica. E, assim, reduza os atendimentos de cidadãos oriundos de outras cidades e a não remuneração por procedimentos efetivamente realizados mas não habilitados para Santos;

  • Da mesma forma, demandar e liderar a efetiva criação de uma Região de Saúde e de um Consórcio Regional que permitam, inclusive, contratar, por concurso público, profissionais de saúde para suprir as demandas de forma harmônica, qualificada e com um padrão de condições de trabalho e salário que evite a danosa e frequente rotatividade destes trabalhadores;

  • Implantar linhas de cuidado para as diversas doenças, desde a promoção da saúde e prevenção até a diagnose e terapia nos diversos níveis de complexidade;

  • Garantir as 30 horas para a Enfermagem e também para profissionais das áreas correlatas de Psicologia, Fonoaudiologia, Nutrição, Farmácia, Serviço Social e das cozinheiras. Abrir uma agenda prioritária de negociação e planejamento para ampliação a outras carreiras e profissões conforme seja possível;

  • Investir e estimular a educação contínua e ter como princípio um atendimento cordial e resolutivo ao cidadão;

  • Criar o Serviço de Apoio ao Usuário do SUS em todas as unidades de saúde para resolver todas as questões afeitas a burocracia, referência e contra-referência e obtenção de medicamentos.

  • Cumprir a legislação vigente e fortalecer e ampliar as Políticas de pré-natal e Parto Humanizado, com prioridade absoluta para o parto natural, com respeito à vontade da gestante, presença de doulas e acompanhante;

  • Ouvir e interagir de forma pró-ativa com os sistemas de saúde público estadual, federal e suplementar, assim como o Terceiro Setor e as Faculdades, Universidades e Cursos Técnicos na área da Saúde;

  • Estabelecer Linhas de Cuidado e Protocolos baseados nas doenças mais prevalentes e demografia da cidade e região;

  • Fortalecer o Sistema de Notificação e Vigilância Epidemiológica com a produção de dados em tempo real e interação com as universidades da cidade, região, estado, Brasil e Internacionais;

  • Interação plena com os Programas de Promoção, Prevenção e Assistência da OMS e OPAS;

  • Melhorar nosso sistema de informação e gestão da saúde e as áreas de apoio ao diagnóstico reduzindo fila e eliminando vazios assistenciais;

  • Implantar, de verdade, o prontuário eletrônico, integrando todas as unidades;.

  • Acabar com o desperdício, aprimorando o controle de estoques e a gestão de pessoal e compras;

  • Implantar Sistemas Operacionais, Protocolos e CheckLists objetivando reduzir a zero a iatrogenia e os riscos aos pacientes nos processos de diagnose e cuidado à Saúde;

  • Acabar com a terceirização e quarteirização dos serviços públicos de Saúde;

  • Aprofundar as parcerias com os Programas de Saúde do Ministério da Saúde;

  • Ampliar e fortalecer o Consultório na Rua;

  • Ampliar e fortalecer os Programas de Controle de Natalidade, em especial em populações de maior vulnerabilidade; Resgatar a qualidade e efetividade de nosso Programa de Combate e prevenção às DSTs/Aids e Hepatites Virais;

  • Rever o fechamento de unidades de saúde, como o PS Central;

  • Fortalecer o Programa de Saúde Mental tendo como meta das Unidades Ambulatoriais efetivas e acolhedoras,

  • Emergência Psiquiátrica operacional, leitos para desintoxicação e urgências relacionadas ao abuso de substâncias e o desestímulo a políticas segregacionistas que rotulem e afastem o paciente do seu meio social e familiar;

  • Investir em políticas de prevenção e educação para evitar uso de drogas e substâncias entorpecentes;

  • Fortalecer o Programa de Saúde Bucal;

  • Resgatar o atendimento odontológico preventivo nas escolas municipais;

  • Inserir os estudantes das áreas da saúde nos Serviços como forma de qualificar e humanizar a assistência.









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