Mobilidade

Atualizado: Out 15

Vias estreitas, carros em excesso, transporte coletivo, mas não público.


Obras públicas faraônicas que atendem interesses privados ou ligam o “nada a lugar nenhum”. E ciclovias estranhas e mal cuidadas, isso vai acabar.

  • Política municipal de mobilidade urbana, com integração de todos os modais;

  • Tirar do papel importantes obras viárias, como a da entrada da cidade, o túnel Zona Leste – Zona Noroeste e a ligação seca Santos-Guarujá;

  • Liderar um movimento regional pelo BILHETE ÚNICO METROPOLITANO, integrando ônibus, VLT e as barcas;

  • Liderar um movimento metropolitano pela maior utilização das hidrovias como modal no transporte de passageiros, que hoje se limita oficialmente nas ligações Santos-Guarujá e Guarujá-Bertioga;

  • Democratização ampla da Comissão de Transportes;

  • Conselho Popular de Mobilidade;

  • Participação popular nas decisões;

  • Redefinição do papel da CET;

  • Transporte realmente público e não somente coletivo;

  • Transparência a respeito do lucro das empresas, repasse de recursos, taxa de retorno e planilha de custos;

  • Inclusão de contrapartidas sociais no contrato de concessão do transporte urbano;

  • Destinação clara do subsídio concedido à concessionária: custear passe-livre a estudantes carentes e idosos;

  • Redefinição de linhas e trajetos;

  • Transporte sem redução de horário de circulação em todas as linhas, com o efetivo da frota utilizado integralmente;

  • Auditoria na tarifa visando sua redução;

  • Critérios ambientais no sistema de transporte; Instalação de bicicletários e não somente paraciclos, como hoje;

  • Transporte como política de governo por suas implicações sociais e econômicas;

  • Gratuidade para 60 anos;

  • Política de troco certo; Exigir da Ecovias, sob pena de reação drástica da Administração, respeito absoluto e prioridade para a Baixada Santista;

  • Exigir redução do valor do pedágio. Requisitar da Ecovias prestação de contas e prova de arrecadação, após os longos anos de concessão, pois tudo indica que a arrecadação é desproporcional ao tempo de concessão;

  • Promover medidas para liberação dos fretados na pista da ‘nova’ Imigrantes;

  • Revisão das ciclovias com manutenção constante, iluminação e segurança;

  • Cuidado com calçadas e faixas de pedestres com o fomento do deslocamento a pé;

  • Estímulo para criação de vestiários e chuveiros em empresas para que os trabalhadores possam deslocar-se a pé ou de bicicleta sem prejudicar seu trabalho por conta do suor;

  • Fomentar o uso de bicicletas motorizadas;

  • Apoiar o taxista para que a categoria tenha melhores condições de trabalho e menos encargos;

  • Estimular que o cidadão não use seu automóvel individual e seja sempre usuário de transporte público, compartilhado, bicicleta ou a pé;

  • Ampliação de áreas de restrição a estacionamento e corredores viários para ônibus;

  • Automação das áreas de estacionamento regulamentado;

  • Restrição de automóveis em áreas de difícil acesso, como o Centro Histórico;

  • Estímulo para que pólos geradores de tráfego possuam vagas;

  • Incentivo para abertura de estacionamentos em áreas de grande demanda;

  • Regulamentação e fiscalização rigorosa para tráfego de caminhões, procedimentos de carga e descarga e outros (concretagem, por exemplo) em áreas urbanas;

  • Revisão dos itinerários e horários para coleta de lixo e carga e descarga, priorizando horários noturnos para assegurar menor impacto no trânsito;

  • Estímulo para pólos de educação gerarem menor impacto no trânsito;

  • Redução de semáforos com aumento das rotatórias e sincronização para facilitar o fluxo de veículos.




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Cascione 90
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